segunda-feira, 9 de abril de 2018

Aprender com a Biblioteca Escolar: uma experiência pedagógica

A convite da Rede de Bibliotecas Escolares a Biblioteca Gabriel Pereira, em colaboração com docentes e alunos da turma F do 10º ano de Línguas e Humanidades da Escola Secundária Gabriel Pereira, tem vindo a desenvolver um projeto piloto de aplicação do referencial «Aprender com a Biblioteca». As áreas sobre as quais o trabalho experimental tem vindo a ser desenvolvido abrangem as literacias da informação e a literacia mediática.
No quadro do trabalho de articulação curricular entre a biblioteca e a disciplina de História A foram produzidos e publicados um conjunto de e-books que têm por tema «Évora Romana». Ei-los:
 
Bibliografia de suporte à elaboração dos roteiros:
 
ALARCÃO, Jorge - Portugal Romano, Lisboa: Verbo, 1983. ISBN 17896
COUTO, Célia; MONTERROSO, Maria Antónia - Um novo tempo da História: parte 1. 1ª edição, Porto: Porto Editora, ISBN 978-972-0-41208-9.
CABRAL, João Peixoto M; MUSTRA, Carla O; HAUSCHILD, Theodor - A proveniência do mármore dos capitéis do Templo Romano de Évora [em linha]. In  Conimbriga: Revista de Arqueologia. Vol. 43 (2004). Coimbra. ISSN 0084-9189. [Consult. 5-12-2017]. Disponível em
http://dx.doi.org/10.14195/1647-8657_43_7
Direção Regional de Cultura do Alentejo – Base de dados de património construído [em linha]. Évora: DRCA, s/d [Consult. 5-12-2017]. Templo Romano de Évora. Disponível em http://www.cultura-alentejo.pt/multimedia/File/PDF/patrimonio_construido/monumentos_e_sitios/templo_romano_de_%20evora.pdf
FERNANDES, Teresa et al - Área funerária romana em Évora: dos restos ósseos aos rituais funerários [em linha]. In Antropologia Portuguesa. 2012. ISSN: 0870-0990, ,[Consult. 12-12-2017] disponível em http://hdl.handle.net/10174/8093
 PEREIRA, Gabriel - Antiguidades Romanas em Évora e seus Arredores. In Estudos Eborenses. Évora: Edições Nazareth, 1947 [em linha]. [Consult. 12-12-2017], disponível em http://www.bdalentejo.net/BDAObra/obras/77/BlocosPDF/bloco31-295_304.pdf
Museu de Évora – Ménade. Évora: Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo [Consult. em 12-12-2017]. Disponível em http://www.museudevora.pt/Data/PDF/Menade.pdf
SILVA, Juliana Ferreira da - Evolução e análise funcional de uma domus romana. A unidade habitacional da zona arqueológica das “antigas Cavalariças” de Braga, 2015, Ediciones El Forastero s/l., 978-84-942791-8-8.
 SIMPLÍCIO, Maria Domingas - Évora: Algumas Etapas Fundamentais na Evolução da Cidade até ao Século XVI [em linha], Évora: Câmara Municipal de Évora, mar-2006, [Consult. 12-12-2017] disponível em http://hdl.handle.net/10174/2644
 
 
 


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Heróis e Mitos

A partir do nosso trabalho, Heróis e Mitos gregos, concluímos que a simples presença ou o simples facto de se ouvir o nome do herói inspirava medo nos seus oponentes.
Na abordagem ao nosso tema falamos concretamente sobre a guerra de Troia, uma guerra entre os gregos e os troianos, onde heróis como Aquiles e Ajax  lutavam com toda a sua força. Aquiles foi um herói mítico que, como conta a lenda, foi mergulhado em agua sagrada excerto o seu calcanhar que seria a sua única fraqueza . Ajax seria um general grego que teve parte no cavalo de Troia sendo o fim da guerra de Troia .Concluindo;  simples mitos sobre homens podiam mudar o rumo de uma batalha  completamente.
Fábio Galati

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Ideal Olímpico Grego


Após a elaboração do trabalho concluímos que, apesar da constante evolução ao longo dos séculos, há certos valores que permanecem inalterados. Percebemos algumas origens da maioria das diferenças e das poucas semelhanças que nos acompanham até hoje.A civilização grega teve grandes influências não só nos romanos como também nos povos da actualidade, defenderam importantes princípios como o equilíbrio do corpo, da mente e do espírito o que, com a recriação dos Jogos Olímpicos em 1986, pelo Barão de Coubertin, valorizou a determinação de alcançar a excelência e integridade pessoal, isto é, usufruir do equilíbrio em qualquer actividade pessoal ou profissional. Assim, o Ideal Olímpico Grego resultou em vários princípios fundamentais que hoje devemos reter.
Cristina Saraiva

Pão e Circo

Neste trabalho centrado no tema “ A política do Pão e Circo” podemos dizer que há muito mais factos interessantes por descobrir sobre o povo romano, pois nunca tínhamos ouvido falar desta política e o nosso manual de História A de 10º ano também não fala concretamente dela, mostrando o quão profundamente e especifico este tema é.Com este trabalho também podemos observar como o povo romano podia ser tão facilmente manipulado com a simples oferta de comida e entretenimento. Para o povo não era tão simples, pois Roma estava numa crise profunda onde não havia comida nem outras condições básicas à sobrevivência. Por isso o povo teve que se submeter ao Imperador para sobreviver tendo chegado tempos onde não havia comida suficiente para distribuir por todos.Esta política também foi utilizada para que os outros povos não notassem na crise que Roma estava a viver.
Manuela Ribeiro

Povos Ibérios anteriores à ocupação romana

Sobre os povos Ibéricos antes dos Romanos ficámos a conhecer quem eram, as suas origens e os seus hábitos.
 Acerca dos Lusitanos concluímos que eram um povo guerreiro de origem indo-europeia. Ocuparam um território, que correspondia grosso modo à província da Lusitânia, divisão administrativa criada pelos romanos. 
Outro dos povos Ibéricos eram os Iberos. Estes já habitavam na Península Ibérica que e juntaram-se aos Celtas, vindos do Norte, dando origem aos Celtiberos.
Concluímos que presença dos romanos na Península Ibérica acabaria por influenciar estes povos e o seu modo de vida.
Inês Viegas; Inês Valente; Débora Gomes.

O Pragmatismo Romanoe

Ao realizar este trabalho apreendemos vários aspetos que nos fascinaram sobre o povo romano e a sua cultura. Em primeiro lugar, a sua indiscutível capacidade de adaptação e de aprendizagem provenientes do que foi feito anteriormente. Isto é, transformar algo de outra cultura e torná-lo útil e pragmático, de modo a exaltar o povo romano. Tornaram-se mestres do urbanismo e na cidade nada era feito ao acaso. As suas construções arquitetónicas, a escultura e a pintura tornaram-se património comum em todo o império. Assim, também são muito importantes os vestígios que nos deixaram, Terá sido este o ponto que mais nos impressionou e nos levou à verdadeira importância da história: saber o passado para perceber o presente. Desde o modo como falamos até ao modo como nos vestimos, passando pelos nossos hábitos aparentemente rudimentares, existe algo que nos liga aos romanos.
Em conclusão, podemos afirmar que foi através das cidades que a cultura romana se afirmou e expandiu. A sua mentalidade pragmática, a capacidade de organização, a eficiência, tiveram um grande impacto na cultura que conhecemos hoje.
 Isabel Cabo nº17; Nicole Antunes nº27; Tânia Bibiu nº32


 

Romanização da Península Ibérica

Com o nosso trabalho, a Romanização da Península Ibérica, conseguimos aprender muitos conceitos e chegar a algumas conclusões. Sendo “romanização” o conceito que é explicado pela adaptação de um povo aos costumes e quotidiano romanos, é de ver que se refere também à conquista dos povos. Mas visto que o nosso trabalho foi sobre essa mesma conquista, na Península Ibérica, ficámos a saber que os nossos antepassados Iberos foram dos povos mais difíceis de conquistar, mas como disse Júlio César “não há nada de tão difícil que não seja vencível”.
Depois de conquistada, a Península Ibérica sofreu fortes transformações tanto a nível político, como a nível da organização das cidades, da língua, do culto, e até mesmo de alguns costumes, o que nós, depois de realizarmos o trabalho, vemos como um benefício.
Hoje em dia, e porque no nosso trabalho nos centrámos na nossa cidade, verificámos que se Évora é Património Mundial da Humanidade isso deve-se em parte à herança deixada pelos romanos.
Maria Duarte
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

Mulheres, Escravos, Estrangeiros e Crianças em Roma e Atenas

No trabalho que elaborámos, conseguimos concluir que as civilizações romanas e gregas tinham algumas semelhanças e diferenças na forma como tratavam “ os excluídos da sociedade ”.

Uma das principais caraterísticas em comum dos povos da Antiguidade Clássica era o sexismo, uma vez que só os homens que eram cidadãos tinham poderes políticos, sendo as mulheres bastante excluídas sobretudo da vida política. Ainda assim, esta discriminação sexual era mais acentuada na Grécia.

O percurso académico das crianças também era semelhante para os latinos e para os helénicos, porém em Roma as mulheres tinham o direito a aprender na escola, ao contrário do que sucedia na Grécia.

A principal diferença que podemos verificar entre os dois povos reside na forma como estenderam o direito de cidadania aos estrangeiros. Os gregos só em casos excecionais tornavam cidadãos os denominados metecos, já os romanos estenderam a condição de cidadão a todos os homens livres do Império, através do Édito de Caracala em 212 d.C., visto que pretendiam criar uma unificação num tão vasto Império.

João Lima

Apologia do Império Romano

A partir do nosso trabalho concluímos que os Romanos tentaram glorificar tudo, ou seja, mostrar a sua imponência. Os Romanos glorificaram a Literatura e a História dando assim a conhecer o orgulho que tinham pelo seu Império.
Verificamos também que não atingiram glorificação na escultura, pois eles procuravam retratar o real e não a beleza ao contrário dos Gregos. Mas existiram algumas exceções.Com isto tudo concluímos que os Romanos eram um povo muito orgulhoso e que queriam mostrar ao mundo os seus grandes feitos.
Ana Rita Liberal nº3; Cláudio Espada nº6; Gonçalo Balão nº12

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Nathaniel Philbrick - Mayflower

A história do nascimento de um País. Uma história de guerra, coragem e sentido de comunidade. Em 1620 o navio Mayflower partiu de Southampton e a sua viagem seria um dos mais emblemáticos acontecimentos da história americana. Estava nas mãos de 102 passageiros a fundação da colónia de Plymouth, um contributo efectivo para a colonização britânica do Novo Mundo. Numa costa bem longe da Inglaterra natal, este grupo de pioneiros teria de viver em comunidade e relativa paz firmada com as tribos vizinhas e em breve daria lugar a uma das guerras mais cruéis e sangrentas da história dos primórdios da América.
Mayflower é um relato surpreendente que revela a verdadeira história dos peregrinos que estiveram na origem do nascimento de um novo País.
Agora disponível na sua Biblioteca Escolar!